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Rádio ESPORTESNET

terça-feira, 24 de maio de 2011

Verdão não liga para concorrência e espera Martinuccio

     A irritação de Luiz Felipe Scolari com o vazamento à imprensa da negociação com Martinuccio e a concorrência até do próprio Peñarol (URU) não abalaram a diretoria do Palmeiras em relação ao reforço.
     Na Academia de Futebol, os envolvidos no negócio reafirmam que a contratação está "praticamente fechada". O contrato, de três anos, está pronto pelo departamento jurídico do Verdão. A diretoria quer assiná-lo antes mesmo do fim da participação do Peñarol na Libertadores (time está na semi).
     O acerto foi feito com o grupo de empresários argentinos que detém os direitos de Martinuccio. O Palmeiras não se preocupou com as declarações da diretoria uruguaia, desconhecendo a oferta verde e dizendo ter prioridade na renovação: contrato vence no dia 30 de agosto.
     Caberá um acordo com os uruguaios para antecipar a liberação.
     Pesa na negociação a vontade de Martinuccio, que quer jogar no Brasil e aceitou a oferta palmeirense, muito superior ao que ele ganha hoje para jogar pelo Peñarol. Clubes italianos já sondaram o atleta.
     Apesar da pressa para garantir 100% o negócio, o Palmeiras sabe que, se a janela não mudar, só terá o reforço a partir do dia 3 de agosto.
     Henrique, prioridade para a zaga, também não poderia jogar agora. O Verdão busca recursos para a compra do ex-palmeirense. Há grande otimismo na Academia sobre a volta do atleta ao clube.


Se vier, o dez do Verdão, só depois da Liberta.


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Fifa não contestou acusações de suborno nos anos 90.

Jornal também revela o valor da propira recebida por membros da entidade: cerca de R$ 163 milhões


João Havelange e Ricardo Teixeira sob suspeita.
     Segundo " O Estado de São Paulo", documentos obtidos numa corte suíça provam que dirigentes da Fifa não contestaram a acusação de suborno nos anos 90. "Nos procedimentos, os acusados regam responsabilidade criminal, mas não o recebimento dos fundos", afirma trecho do processo.

     Na última segunda-feira, o canal de TV britânico BBC exibiu uma reportagem mostrando que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o ex-presidente da entidade João Havelange receberam propina pela própria Fifa, pagas pela International Sports & Leisure (ISL), extinta agência de marketing esportivo que era responsável por negociar os direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo.

     De acordo com a emissora, Teixeira e Havelange teriam feito um acordo na Justiça suíça em que concordaram em pagar uma multa de cerca de R$ 8,9 milhões para escapar de processo, aberto após a falência da ISL no início da década de 2000. A legislação suíça proíbe a divulgação de detalhes de acordos judiciais, mas um promotor da cidade de Zug quebrou esse sigilo.

     O jornal também revela que a investigação detectou que o valor das propinas recebidas pelos dirigentes da entidade gira em torno de 100 milhões dólares (aproximadamente 163 milhões de reais).
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