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Rádio ESPORTESNET

terça-feira, 7 de junho de 2011

Ecclestone cogita em Fórmula 1 não ir ao Bahrein.

Chefão se mostra preocupado com o que está acontecendo no país e pretende adiar, ou até mesmo cancelar a corrida

Bernie Ecclestone cogita cancelar GP do Bahrein (Foto: Osman Orsal/Reuters)


     Pela primeira vez Bernie Ecclestone cogita em atrasar, ou mesmo, cancelar o Grande Prêmio do Bahrein. As manifestações contra o governo local pioraram depois que se decidiu voltar a correr no país.

     O Grande Prêmio da Índia pode voltar a data normal e o do Bahrein poderá ser em dezembro. Ainda há muitas dúvidas sobre sua realização.

     - Como as coisas estão indo agora, não temos ideia do que vai acontecer. É melhor que levemos o GP do Bahrein para o final da temporada, e se as coisas são seguras, tudo bem, se não, não iremos até lá, o que não tem nenhum problemas também - disse Ecclestone.

     O chefão da Fórmula 1 não gostou do relatório emitido pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), onde ela dizia que estaria tudo em ordem e pronto para sediar uma prova de Fórmula 1.

     - Vimos o relatório da FIA e lá foi dito que os problemas no Bahrein tinham acabado. Mas não é isso que eu estou ouvindo e penso que teremos que ser muito cuidadosos - finalizou Bernie.

     Espera-se uma posição das equipes sobre o que está acontecendo no mundo da Fórmula 1 nesta terça-feira.
Autódromo pode ficar fora novamente do calendário 2011.

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Na despedida da seleção, Ronaldo põe São Paulo no mapa da CBF

Ronaldo, durante treino no Pacaembu

     O último ato de Ronaldo, 34, como jogador de futebol ocorrerá hoje à noite, no último estádio em que ele brilhou e na cidade que escolheu para viver e ganhar dinheiro após parar de atuar.

     Com uma camisa 9 da seleção e a inscrição "Para Sempre Fenômeno", Ronaldo vai jogar 15 minutos no amistoso entre Brasil e Romênia, no Pacaembu, no último teste da equipe de Mano Menezes antes da Copa América da Argentina, no mês que vem.

     "Não fui eu quem escolhi o estádio, não sou tão influente como você pensa", declarou o Fenômeno.
Ronaldo adotou São Paulo há dois anos e meio. Defendeu o Corinthians, clube mais popular da cidade. Trouxe a família, abriu a agência 9ine e até embaixador do comitê paulista para a Copa de 2014 se tornou.

     Na véspera de sua despedida dos gramados, Ronaldo teve rotina muito mais de executivo, o que se tornou, do que de jogador de futebol, que deixou de ser após a melancólica eliminação corintiana na fase inicial da Libertadores, contra o Tolima.

     Enquanto seus colegas de seleção passavam o tempo entre concentração e treino --com deslocamentos feitos em ônibus, em grupo--, Ronaldo fechava negócios.

    De manhã, foi ao hotel onde a seleção se concentra em São Paulo para receber homenagem de Ricardo Teixeira e da fabricante de relógios suíça que patrocina a CBF.

    Questionado pela Folha se usaria seu cargo de embaixador de São Paulo na Copa para interferir e trazer a abertura do Mundial, esquivou-se.

    "Eu não tenho esse poder para fazer esse tipo de interferência", afirmou o Fenômeno. "O convite que recebi do governador Geraldo Alckmin foi para participar do comitê e fazer de São Paulo a melhor sede da Copa."

    A agência de Ronaldo já tem contratos com patrocinadores da CBF, como Ambev e Pão de Açúcar (Extra).

    À tarde, o maior artilheiro das Copas do Mundo, com 15 gols, participou do treino da seleção no Pacaembu. Fez algumas finalizações e também esteve no rachão.

    Depois, confessou ter pedido uma injeção ao médico José Luís Runco. "Doutor, me dá uma coisa forte porque não aguento a dor", ele mesmo narrou. "Não faz mal se for pego no antidoping, já estou aposentado mesmo."



Ao lado do filho Ronald, Ronaldo apresenta camisa que será utilizada no amistoso da seleção
Ao lado do filho Ronald, Ronaldo apresenta a camisa que será utilizada no amistoso da seleção


     Ganhou, do médico que o tratou por anos na seleção, uma injeção de anti-inflamatórios que, segundo ele, permitirá ter uma jornada "digna" hoje à noite. "Quinze minutos é coisa pra caramba."

     Depois de trocar o uniforme de treino por uma calça jeans escura e botas, Ronaldo emendou outro evento comercial. Dessa vez com a Duracell, de quem virou garoto-propaganda em mais um contrato que vai garantir a ele a nem tão comum vida de ex-jogador milionário.

     Nas duas vezes em que apareceu, Ronaldo fez questão de agradecer à imprensa e "aos jornalistas que cobriram toda a minha carreira".

     Hoje, antes do jogo, terá mais compromissos relacionados à sua agência --da qual se fala hoje tanto quanto dos gols que anotou.

     Futebol no campo, de novo, só em uma eventual despedida pelo Corinthians.


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