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Rádio ESPORTESNET

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Brawn acredita em Shummi


      Ross Brawn reafirmou sua confiança na capacidade de Michael Schumacher e apostou na reação de seu piloto neste fim de semana em Barcelona.
     O chefe de equipe da Mercedes lembrou novamente que as declarações do heptacampeão de que já não estava mais alegre na F1 eram referentes ao GP da Turquia, quando o germânico terminou em 12º. O dirigente deixou claro que o otimismo dentro do time alemão continua inabalável.

     “Tenho certeza que a última corrida não foi muito alegre, e era sobre isso que ele estava se referindo. Quando você tem uma corrida como aquela, qualquer piloto vai se decepcionar um pouco. Mas acho que ele está muito alegre e estou otimista de que neste fim de semana, ele voltará para onde queremos vê-lo”, afirmou Ross.

     Tanto Schumacher, quanto Brawn têm buscado formas de melhorar o W02 e lutar pelas primeiras posições. O dirigente revelou que conversa constantemente com o heptacampeão em busca de soluções para o carro prateado.

     “Eu tenho falado com ele desde então. Tivemos uma série de discussões técnicas, e ele questionou o que estamos fazendo no carro, o que seria bem-vindo, quais as melhorias que nós teremos, então nada mudou. Estamos otimistas”, salientou.
     Ross defendeu o veterano de 42 anos e disse que apenas algumas mudanças serão suficientes para fazê-lo voltar a andar entre os primeiros colocados. “São pequenas coisas que ele precisa acertar. Se ele estivesse lento desde o começo, então estaríamos preocupados, mas eu não me preocupo porque ele ainda é muito rápido”, encerrou o britânico.
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Apostas ilegais movimentam US$ 90 bi por ano, diz dirigente da Fifa

A flag with the FIFA logo is seen prior to a match at FIFA Futsal World Cup in Rio de Janeiro, October 8 2008.


     As apostas ilegais movimentam cerca de US$ 90 bilhões por ano em todo o mundo, valor semelhante ao das apostas legalizadas. A estatística foi divulgada nesta quarta-feira por Chris Eaton, chefe de segurança da Fifa, que reforçou a necessidade de se combater as práticas irregulares.
    “A criminalidade envolvida com a manipulação de resultados é global, enorme e organizada. O futebol é muito respeitado em todo o mundo para não ser protegido. São criminosos levando vantagem. Eles não são Robin Hoods, nem são boas pessoas. Eles atingem jogadores e destroem as carreiras deles”, afirmou o dirigente.
     Na semana passada, a Fifa doou 20 milhões de euros à Interpol para ajudar no combate às apostas ilegais. Em parceria com o órgão, foi criada uma unidade anti-corrupção, com base em Cingapura, especialmente para investigar casos de irregularidade.
     A unidade desenvolverá programas para dirigentes, jogadores e administradores, para alertá-los para os riscos de envolvimento com apostas ilegais. Além disso, a Interpol exporá aos atletas, antes e depois de campeonatos, como a participação em fraudes pode arruinar a carreira deles.
    “Protegemos jovens jogadores e juízes ensinando-os a resistir às tentações que estas pessoas tentam lhes oferecer”, afirmou Eaton.
     A escolha de Cingapura para ser a sede da unidade foi a baixa tolerância do país à corrupção. Para Eaton, a federação local tem um dos modelos de combate a fraudes mais eficientes do mundo. A Ásia figura como um dos principais focos de apostas ilegais do planeta.

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