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Rádio ESPORTESNET

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Arena Palestra vira alternativa para Copa no Brasil

A obra no estádio palmeirense foi retomada após acordo entre clube e construtora
A obra no estádio palmeirense foi retomada após acordo entre clube e construtora

     A Arena Palestra está na mira da Copa-2014. Caso o Itaquerão não saia do papel, o futuro estádio do Palmeiras pode ser a sede paulista no Mundial. Em São Paulo, a notícia é compreendida como uma forma de pressão por uma definição quanto ao estádio do Corinthians.
Se a arena corintiana fracassar, a participação de São Paulo será reduzida na Copa: perderá a abertura do Mundial, pelo menos um dos seis jogos previstos pela Fifa e dificilmente verá uma apresentação da seleção brasileira.
     A Arena Palestra receberia, no máximo, jogos das quartas. Com 45 mil lugares distribuídos em dois anéis com mais dois de camarotes entre eles, o novo estádio do Palmeiras não teria capacidade para comportar abertura nem semifinais, como a Fifa quer que São Paulo faça.
     A entidade exige que as arenas que irão receber a partida inaugural e um dos jogos semifinais comportem 65 mil pessoas, capacidade prevista em projeto para o Itaquerão.
     A mudança de estádio em São Paulo também iria praticamente inviabilizar um jogo da seleção na cidade. O Brasil só jogará nas capitais com estádios de maior porte, como Rio, Brasília e Salvador.
Orçada em R$ 360 milhões, a construção da Arena Palestra foi retomada após diretores palmeirenses e da construtora WTorre travarem uma queda de braço sobre o uso da superfície do terreno do estádio.
     Os atrasos do Itaquerão desanimam os organizadores da Copa. Corinthians e Odebrecht ainda não conseguiram viabilizar financeiramente a operação.
     Outra opção na cidade, o Morumbi já foi recusado pela Fifa há cerca de um ano.
Na ocasião, Ricardo Teixeira, da CBF e do COL, atribuiu a exclusão a problemas técnicos --apesar de a motivação ter sido política. Referia-se ao fato de o estádio aprovado ter orçamento de R$ 630 milhões e o São Paulo ter apresentado garantias para construir um projeto mais modesto, de R$ 265 milhões.




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Brawn acredita em Shummi


      Ross Brawn reafirmou sua confiança na capacidade de Michael Schumacher e apostou na reação de seu piloto neste fim de semana em Barcelona.
     O chefe de equipe da Mercedes lembrou novamente que as declarações do heptacampeão de que já não estava mais alegre na F1 eram referentes ao GP da Turquia, quando o germânico terminou em 12º. O dirigente deixou claro que o otimismo dentro do time alemão continua inabalável.

     “Tenho certeza que a última corrida não foi muito alegre, e era sobre isso que ele estava se referindo. Quando você tem uma corrida como aquela, qualquer piloto vai se decepcionar um pouco. Mas acho que ele está muito alegre e estou otimista de que neste fim de semana, ele voltará para onde queremos vê-lo”, afirmou Ross.

     Tanto Schumacher, quanto Brawn têm buscado formas de melhorar o W02 e lutar pelas primeiras posições. O dirigente revelou que conversa constantemente com o heptacampeão em busca de soluções para o carro prateado.

     “Eu tenho falado com ele desde então. Tivemos uma série de discussões técnicas, e ele questionou o que estamos fazendo no carro, o que seria bem-vindo, quais as melhorias que nós teremos, então nada mudou. Estamos otimistas”, salientou.
     Ross defendeu o veterano de 42 anos e disse que apenas algumas mudanças serão suficientes para fazê-lo voltar a andar entre os primeiros colocados. “São pequenas coisas que ele precisa acertar. Se ele estivesse lento desde o começo, então estaríamos preocupados, mas eu não me preocupo porque ele ainda é muito rápido”, encerrou o britânico.
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